17 de agosto de 2011

Pérolas do Enem



Chegaram as tão esperadas pérolas anuais!!!
DIVIRTAM-SE:

'O sero mano tem uma missão...' 
(A minha, por exemplo, é ter que ler isso!)
 

'O Euninho já provocou secas e enchentes calamitosas. .'
 

(Levei uns minutos para identificar o El Niño...) 


'O problema ainda é maior se tratando da camada Diozanio!'
 
(Dio santo!)
 

'A situação tende a piorar: o madereiros da Amazônia destroem a Mata Atlântica da região.'
 

(E além de tudo, viajam pra caramba, hein?)
 

Não preserve apenas o meio ambiente e sim todo ele.'
 

(Faz sentido)
 

'O grande problema do Rio Amazonas é a pesca dos peixes'
 

(Achei que fosse a pesca dos pássaros.)
 

'É um problema de muita gravidez.'
 

(Com certeza...se seu pai usasse camisinha, não leríamos isso!)
 

'A AIDS é transmitida pelo mosquito AIDES EGIPSIO.'
 

(Sexo com insetos???)


'Já está muito de difíciu de achar os pandas na Amazônia'
 
(Que pena. Também ursos e elefantes sumiram de lá)
 

'A natureza brasileira tem 500 anos e já esta quase se acabando'

(Foi trazida nas caravelas, certo ?)


'O cerumano no mesmo tempo que constrói, também destroi, pois nos temos que nos unir para realizarmos parcerias juntos.'

(Não conte comigo)
 

'Na verdade, nem todo desmatamento é tão ruim. Por exemplo, o do Aeds Egipte seria um bom beneficácio 
para o Brasil'
(Vamos trocar as fumaças pelas moto-serras)
 

.... menos desmatamentos, mais florestas arborizadas. '
 

(Concordo! De florestas não arborizadas, basta o Saara!)
 

'Isso tudo é devido ao raios ultra-violentos que recebemos todo dia.' 

(Meu Deus...... Haja pára-raio!)
 

'Tudo isso colaborou com a estinção do micro-leão dourado.'

(Quem teria sido o fabricante? Compaq ? Apple? IBM?)
 

'Imaginem a bandeira do Brasil. O azul representa o céu , o verde representa as matas, e o amarelo o ouro. O ouro já foi roubado e as matas estão quase se indo. No dia em que roubarem nosso céu, ficaremos sem bandeira..'
 

(Caraca! Ainda bem que temos aquela faixinha onde está escrito 'Ordem e Progresso' para amarrar na testa..)
 

'.... são formados pelas bacias esferográficas. '
 

(Imaginem as bacias da BIC.)


'Eu concordo em gênero e número igual.'
 
(Eu discordo!)
 

'Precisa-se começar uma reciclagem mental dos humanos, fazer uma verdadeira lavagem celebral em relação ao desmatamento, poluição e depredação de si próprio...'
 

(Putz, que droga é essa?)
 

'O serigueiro tira borracha das árvores, mas não nunca derrubam as seringas.
 

(Esse deve ter tomado uma na veia


'Vamos deixar de sermos egoistas e pensarmos um pouco mais em nos mesmos.'
 

(Que maravilha!)
'As chuvas foram fortes, mas não tivemos danos morais' 
(Se fosse o caso era só processar São Pedro)

7 de maio de 2011

Um bom professor, um bom começo

Um bom professor

Supremo mantém o piso nacional

Supremo mantém o piso nacional

Publicado em 7 de abril de 2011 

Votação no STF confirmou ontem a constitucionalidade da lei que institui o piso nacional de R$ 1.187,97
Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) declararam ontem a constitucionalidade da Lei 11.738/2008, no ponto em que regulamenta o piso nacional - vencimento básico - para os professores da educação básica da rede pública.

A decisão, que é considerada uma vitória pelos professores de todo o Brasil, ficou definida após votação de sete votos a dois, prevalecendo o entendimento a favor da constitucionalidade da matéria.

Segundo a legislação, o piso nacional foi fixado em R$ 1.187,97 para este ano. A decisão foi tomada no julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) ajuizada no Supremo pelos governos dos estados do Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Ceará.

A constitucionalidade do parágrafo 4º do artigo 2º, que determina o cumprimento de no máximo 2/3 da carga horária do magistério em atividades de sala de aula, ainda será analisada pela Corte.

"Estamos satisfeitos de que o STF tenha finalmente votado essa ação e concluído a favor dos professores. Afinal, o papel do tribunal é zelar pelo cumprimento da lei. E o piso nacional dos professores, com direito a um terço da carga horária para extra-sala, é lei. Então, tem de ser cumprida", afirma o deputado federal Chico Lopes (PCdoB-CE). O parlamentar avalia que essa conquista dos professores brasileiros é fruto de décadas de mobilização.

A decisão também foi comemorada pelo professor Anízio Melo, presidente do Sindicato dos Servidores e Professores em Educação do Estado do Ceará (Apeoc), que classificou o dia de ontem como um marco histórico de "uma luta que já leva um século". "É a grande notícia dos últimos tempos", afirma Melo, lembrando os 25 mil professores da rede estadual cearense e os 70 mil da rede municipal em todo o Estado.

"Considero uma vitória da educação e da sociedade brasileira", diz o professor. Para Anízio Melo, o piso nacional, aliado à redução da jornada de trabalho, será importante para garantir ao professor condições para buscar uma melhor qualificação. "Isso vai garantir uma maior interação do professor com as questões sociais", acrescenta o presidente da Apeoc.

Melo diz que é hora de cada Estado discutir agora o financiamento da educação "para completar o ciclo" e que os Estados e municípios devem começar a rever seus planos de carreira.

Posição vergonhosa
O advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, a vice-procuradora-geral da República, Deborah Duprat, e os advogados de entidades de classe dos trabalhadores em educação defenderam a integralidade da lei.

Diversos deles citaram a posição vergonhosa do Brasil, em termos de educação mundial (88º lugar entre 127 países, segundo a Unesco, e 53º entre 65 países, segundo a OCDE). Adams destacou que o Brasil é um dos países que pior remuneram seus professores. Diante disso e das más condições de trabalho, é cada vez menor o número, entre os melhores alunos do ensino fundamental e médio, que escolhem o magistério.

Servidor da educação tem até 10 de junho para escolher modelo de remuneração

SALÁRIO
Servidor da educação tem até 10 de junho para escolher modelo de remuneração
07/05/2011 09H07
O servidor da educação tem até o próximo dia 10 de junho para escolher entre os dois modelos de remuneração adotados pelo Estado. A resolução conjunta das Secretarias de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) e de Educação (SEE) que prorroga o prazo para a opção foi publicada ontem (dia 06/05) no Jornal Minas Gerais. A prorrogação permitirá que o profissional da Educação faça sua escolha também levando em consideração a recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o piso salarial da categoria.

Embora ainda não tenha sido publicado o Acórdão, o STF considerou constitucional o piso nacional para os profissionais do magistério público da educação básica de R$1.187,00 para 40 horas de trabalho ou, proporcionalmente, R$ 712,20 para 24 horas de jornada de trabalho.
Com a adoção do sistema de remuneração por subsídio, a menor remuneração de professor com nível médio de escolaridade paga pelo Governo de Minas é de R$ 1.122,00 para 24 horas de trabalho. A menor remuneração para os professores com nível superior de escolaridade (licenciatura plena), exigência legal para ingresso na carreira atualmente, é de R$ 1.320,00 para 24 horas de trabalho.
A prorrogação do prazo permitirá que o servidor avalie qual a remuneração que melhor se adequará à sua situação financeira. Isso pode ser conseguido por meio da comparação dos últimos contracheques de janeiro a abril, quando o subsídio foi adotado, com os contracheques do ano passado (regime remuneratório antigo). É importante lembrar que a definição por ficar na nova remuneração ou optar pela antiga é individual, pois é necessário comparar e avaliar benefícios e vantagens.
Os servidores podem obter informações sobre o posicionamento na tabela de subsídio por meio do endereço eletrônico www.portaldoservidor.mg.gov.br. Para fazer a opção pela antiga remuneração, basta procurar a Superintendência Regional de Ensino onde é lotado e preencher um formulário. A SEE e a Seplag esclarecem que o retorno à remuneração antiga não acarreta devolução de salários já recebidos, mas sim alteração no valor da remuneração, a partir do primeiro dia do mês subseqüente à data da opção.

Modernização e diálogo
O pagamento por subsídio é resultado de estudo realizado para unificar a remuneração dos servidores, eliminar distorções e atender demanda da própria categoria. Constituído por valor único, o subsídio incorpora as gratificações, vantagens, adicionais, abonos, ou outra espécie remuneratória do servidor. O sistema de remuneração possibilitou a modernização e garantiu ganho real para a categoria uma vez que os novos aumentos salariais vão incidir sobre as progressões e promoções do servidor.
Além de valorizar os servidores que já se encontram em exercício e estimular novos profissionais a abraçar carreiras na Educação, o sistema remuneratório também simplificou os processos administrativos para a geração da folha de pagamentos. Mas o mais importante é que o pagamento por subsídio em parcela única reduziu as distorções salariais entre os servidores posicionados em diferentes situações da carreira da Educação Básica.

Agência Minas